blog do Josué Moura


 

Jackson Lago visita novamente Imperatriz

Ex-governador participa da convenção do PDT amanhã

 

Jackson Lago  e  Membros da  Comissão Provisória de Imperatriz e do diretório estadual, durante eencontro recente

   O Partido Democrático Trabalhista (PDT), secção de Imperatriz, realiza amanhã (06), a partir das 08h, no Palácio do Comércio, sua convenção para a escolha do diretório municipal, no que, segundo os organizadores, pretende ser um grande encontro político regional, com a presença de lideranças do estado como o ex-governador Jackson Lago e de lideranças de outros "partidos irmãos".

Segundo informou o vice-prefeito de Imperatriz, Gean Carlo, o PDT, que até então se constituía em Imperatriz apenas como Comissão Provisória, se reorganiza mais uma vez na cidade, atraindo novos filiados e se preparando para mais um embate eleitoral, que acontece no ano que vem.

"Nosso partido está recebendo a filiação de pessoas do povo e de lideranças das várias camadas sociais de Imperatriz. Temos certeza de que estaremos prontos para a grande batalha eleitoral do ano que vem, quando o povo maranhense, com certeza, devolverá ao Dr. Jackson Lago o governo do Maranhão", disse Gean.

Gean não quis adiantar quem serão os componentes do novo diretório, mas informou que o partido está unido e, por consenso, está sendo construída uma única chapa, que terá como presidente o ex-secretário de Desenvolvimento do Sul do Maranhão, Fernando Teles Antunes.

"O PDT de Imperatriz está unido e, por consenso, teremos apenas uma chapa, que será bem representada pelo nosso companheiro Fernando Antunes", garantiu. (Assessoria)



Escrito por Josué Moura às 10h51
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QUAL A FORÇA DE SARNEY JUNTO A LULA?

Por: José Reinaldo
Intriga todo mundo a força que
Sarney mostra possuir junto a Lula. Em uma democracia, é impensável um governante colar sua imagem a alguém muito enrolado e tão desgastado com a totalidade da opinião pública como Sarney.

O Datafolha publicou pesquisa mostrando que quase 80% da população brasileira queriam que Sarney fosse apeado da presidência do Senado, mas nem assim o presidente da República retirou o apoio cada vez mais explícito e ostensivo que dá a ele.

Isso não cabe no padrão Lula de tratamento a auxiliares ou amigos metidos em confusão. Pelo menos, não foi assim com seus velhos companheiros que ocupavam cargos de grande importância no seu governo... Nem José Dirceu, tampouco Palocci e outros que não tiveram apoio na desgraça. Isso sem contar que Sarney ultrapassou, em muito, a todos eles em matéria de indícios de corrupção, falta de ética e toda sorte de malefícios.

Pois bem, alguma coisa deve ter acontecido durante o longo calvário de presidente do Senado. Sim, porque Lula ensaiou a retirada e comentou publicamente que Sarney não era problema dele, era do Senado. E até chegou a dizer que nem tinha votado nele para a presidência daquela Casa. Naquele momento, Sarney sentiu que a terra estava começando a faltar sob seus pés. Era o velho padrão Lula de dizer “não é comigo”. Entretanto, logo em seguida, Lula mudou. O que teria acontecido para Lula mudar de rumo?

César Maia, atento observador da política nacional, chega à conclusão de que, na verdade, Lula quer do PMDB apenas o tempo de TV do partido, já que não dá para resolver a grande confusão nos estados entre tal partido e o PT. Isto posto, não é definitivamente o apoio nacional do PMDB que se almeja. Maia escreve assim em seu blog:

“Do ponto de vista político, a atratividade do PMDB para 2010 não é tão significativa. Para qualquer conclusão, há que se avaliar a eleição mais sinérgica com a presidencial, que é de governador. Por outro lado, toda a coreografia ocorrida no Senado nos últimos meses gera um desconforto dentro do próprio PMDB. Faz lembrar Groucho Marx: ‘Entrar para esse clube? Eu? Não! Eu não entraria para um clube que me aceitasse como sócio’.

Resta, portanto, um raciocínio apenas. O que Lula quer do PMDB é o tempo de TV. Tática, aliás, que fazia muito mais sentido numa eleição plebiscitária onde Lula pudesse vir liderando a Comissão de Frente. Os atritos federativos serão de tal ordem que - se tivesse volta atrás, depois dos fatos do Senado - o melhor teria sido combinar com o PMDB para lançar à vontade seus governadores como outro palanque de Dilma/Lula, desde que não tenha candidato a presidente, para, no mesmo raciocínio, não dar o tempo de TV para ninguém”.

Pela análise de Maia, para isso Lula não precisaria se desgastar com Sarney que, entre outras coisas, não controla o partido.

O que mais poderia ser então? Vamos ver o que disse Reinaldo Azevedo da Veja:

“A crise no PT não é irrelevante. Provocada pela adesão do partido à causa de José Sarney. Acho que estamos todos – refiro-me aos que escrevemos sobre política – mais ou menos equivocados sobre os motivos. O que é que se toma como dado na equação? Temeroso de prejudicar a candidatura de Dilma Rousseff, que precisa do apoio do PMDB, Lula decidiu emprestar solidariedade incondicional ao presidente do Senado porque considera que sua renúncia ou destituição da presidência da Casa prejudicaria o seu governo.

Será mesmo? Por quê? Quem é capaz de apontar os prejuízos efetivos? Como todos sabem, é uma falácia afirmar que o tucano Marconi Perillo (GO), vice-presidente, passaria a presidir o Senado. Seria assim por algum tempo. Outra eleição teria de ser feita. O governo tem a maioria necessária para fazer o novo presidente. Por que esse apoio obstinado?

Depois de analisar o seu procedimento com outros companheiros enrolados, escreve:

“Para o PT, Sarney é um daqueles casos em que a soma resulta menor do que o original – o sinal do homem é mesmo negativo”. E continua:

“O que não conseguimos dizer até agora – nenhum de nós chegou lá – é por que Lula vive a sua mais persistente fidelidade. Até Marisa Letícia deve estar dizendo: ‘Gente, ele nunca foi assim’. O segredo, estou certo, está naquela reunião quase secreta de José Sarney com Dilma Rousseff, enquanto Lula trocava abraços-e-beijinhos-e-carinhos-sem-ter-fim com o assassino em massa Muammar Kadafi, na Líbia – naquele dia, num amarelo deslumbrante, Lula chamou o homicida de ‘amigo e irmão’ – convenham: abraçar Sarney, perto disso, é pinto de bigode”…

E finaliza:

“Caso Lula tivesse decidido (se pudesse) livrar-se de Sarney, vocês acham mesmo que os patriotas do PMDB romperiam com o governo para seguir um líder decrépito rumo, na melhor das hipóteses, ao oblívio? (…) Lula dorme lendo livros do Chico Buarque, mas não dorme com olhos alheios. Sempre foi um grande calculista. Ele está vendo o preço a pagar por manter o apoio a Sarney – e não é pequeno –, mas certamente sabe que o outro seria maior. E nada tem a ver com a disputa eleitoral de Dilma Rousseff. Ou alguém acha que essa lambança toda com Sarney colabora com a candidatura Dilma?

Lula não fechou com Sarney para se proteger da oposição. Lula fechou com Sarney para se proteger de Sarney!”,  conclui.

É preciso recordar que a CPI da Petrobras estava com as assinaturas necessárias, mas Sarney não permitia ler o requerimento. Sarney viu que ali estava uma mina de ouro e Renan Calheiros, a partir de então, enfrentou o PT e o governo e colocou a turma dele para ter o controle da CPI.

Para instalá-la, ele se valeu do vice-presidente do Senado, senador Marconi Perillo do PSDB. Numa sexta-feira morta, Sarney mandou buscar Marconi e, com o plenário vazio, fez com que este lesse o requerimento, tornando irreversível a CPI. Foi ele – Sarney – que tornou realidade a comissão, ação estranhíssima para um aliado. A partir daí, ele tinha como manipular o presidente da República e o governo em si. Estava salvo.

Explica-se assim a forma desabrida e confiante com que enfrentou a opinião pública. Claro, ele sabia que teria força para ficar na cadeira.

Este é o Sarney. Um estadista…

O ex-governador José Reinaldo Tavares escreve para o Jornal Pequeno às terças-feiras.



Escrito por Josué Moura às 15h30
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Prefeitura incentiva agricultura orgânica em Imperatriz

 O assessor técnico Rhuan Afonso Rodrigues Ataídes, da Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento e Produção (Seaap) participou na semana que passou de uma reunião na Superintendência Federal de Agricultura do Maranhão (SFA), em São Luís, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, do Governo Federal, para estabelecer os membros da Comissão Estadual dos Produtos Orgânicos. “Nós participamos representando o município de Imperatriz e os produtores da região Tocantina”, disse.

Ele assinalou que o município participa da execução do projeto Cinturão Verde, em parceria com o Sebrae e a Infraero, com objetivo de buscar a melhoria da qualidade e da produtividade da horticultura por meio do aumento da produção da conquista de novos mercados e da implantação de práticas agroecológicas.

“Tivemos comemorando em parceria com o Sebrae a Semana Nacional dos Orgânicos com a realização de cursos destinados aos produtores rurais, palestras nas escolas e distribuição de brindes informativos”, disse ele, que avalia como de suma importância a divulgação sobre a vantagem de estar consumido produtos orgânicos, em Imperatriz.

De acordo com Rhuan Rodrigues, os produtos orgânicos são bons para a saúde, os produtores rurais e, principalmente para o meio ambiente, pois assegura a sustentabilidade econômica, social e ambiental.

Além disso, a crescente demanda por alimentos produzidos sem produtos químicos é uma tendência que vem sendo debatida amplamente na sociedade moderna, inclusive nos meios acadêmicos de todo o país. Os alimentos orgânicos estão incluídos nesta temática por se tratarem de produtos saudáveis provenientes de um modo de produção que não utiliza agrotóxicos ou materiais sintéticos, contribuindo para a saúde da população e para a conservação do meio ambiente

Seis motivos para uma vida saudável!

       Os produtos orgânicos são produzidos sempre com a preocupação de não prejudicar o meio ambiente. Por isso, a produção orgânica consegue se sustentar sem destruir os recursos naturais;

ü      Os produtores valorizam as espécies de animais e plantas da nossa natureza;

ü      Todas as pessoas que participam de sua produção recebem cuidados, ganham condições dignas de trabalho e seus direitos são respeitados, pois faz parte do reconhecimento do produto orgânico a não-utilização de trabalho escravo e de mão-de-obra infantil;

ü      Para produzir alimentos orgânicos, o produtor tem o maior cuidado para não destruir e nem desgastar o solo. Pois, o solo é protegido ou recuperado para continuar fértil;

ü      O agricultor orgânico não cultiva transgênicos porque não quer colocar em risco a diversidade de variedades que existem na natureza;

ü      Na produção de orgânicos é proibida a utilização de agrotóxicos e outras substâncias sintéticas, que possam contaminar o alimento ou o meio ambiente. (Secom-Imperatriz)



Escrito por Josué Moura às 23h29
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Sedec destaca realização da IX Fecoimp

 

O secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Sabino Costa, considera de suma importância à iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Imperatriz (ACII) em realizar a 9 ª Feira do Comércio de Imperatriz (Fecoimp). “É um evento de grande sucesso no sudoeste do estado. É uma feira multisetorial que representa muito para Imperatriz, e faz parte do calendário nacional das feiras no país”, destaca.

Sabino Costa garantiu ainda que o município dará apoio logístico, bem como pretende montar um stand da Prefeitura Municipal para divulgar as ações que foram desenvolvidas neste período pelo governo Madeira. “Nós queremos mostrar a sociedade o que já fizemos, o que estamos fazendo e o que estamos planejando para o futuro em termos de ação governo municipal para Imperatriz”, frisou.

O secretário lembra que o município também apóia a realização da 9ª Feira do Comércio de Imperatriz, pois o evento mostra o grande potencial econômico da segunda maior cidade do estado do Maranhão. “Temos relevantes indústrias, comércios e o setor da prestação de serviços que se farão presentes nesta importante feira de negócios”, assinala.

Sabino Costa observa ainda que empresários de outros estados, da capital maranhense e da região também participarão da Fecoimp com objetivo de oferecer seus produtos e/ou serviços ao público específico que participará deste grande evento em Imperatriz. “Temos certeza que a feira reunirá a maioria das empresas local, bem como, outras que sinalizam a intenção de instalar-se na cidade de Imperatriz”, finaliza ele.



Escrito por Josué Moura às 14h58
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A SUZANO E AS POPULAÇÕES TRADICIONAIS MARANHENSES

 O historiador pernambucano Evaldo Cabral de Mello, pelos idos de 1995, em uma matéria da mal afamada revista Veja sobre seu livro “Fronda dos Mazombos”, obra na qual os mundos mercantil e agrário do século XVIII, no estado de Pernambuco, convulsionam-se e se entrechocam em uma das primeiras revoltas nativistas do Brasil, a “Guerra dos Mascates”, como dois sistemas produtivos a mercê de um reboque da coroa portuguesa - como seriam de “queimar barcos” e “fechar portos” as revoltas nativistas dos séculos XVIII e XIX e como calharia bem os escravos deixarem de colher a cana para os engenhos dos escravocratas -, botava uma pá de cal no mito histórico do quilombo de Zumbi dos Palmares, de que fora melhor para o país a sua destruição e o contrário do feito “heróico” de Domingos Jorge Velho para as gerações futuras seriam os dialetos dos africanos se digladiando como parentes que mal entram na casa dos outros e já vão brigando por mexericos envelhecidos.

Certas declarações, como a do Evaldo Cabral de Mello, poderiam ser esquecidas sofregamente porque só revelariam o quanto uma leitura histórica, mesmo uma leitura de peso como a dele, podem escorregar e ser escorregadias em suas tentativas de enquadramento de um fato histórico como um ato benéfico para a sociedade brasileira e como um ato da qual ela se beneficia até hoje. 

As bases sócio-econômicas - espelho dos projetos da sociedade brasileira dos séculos XVIII e XIX – flexionavam a mineração, o café e o açúcar no  espaço geográfico da Mata Atlântica, só que as medidas do derrubar da floresta, do minerar os rios e do cultivar a terra agregavam os ganhos de primeira hora como justos pelo afinco na empreitada e caso houvesse prejuízos o desplante recaia sobre os escravos, o clima e a terra.

Quer parecer, nesse caso como em outros mais recentes, que a mera anuência ou a mera contestação a um fato histórico de relevância invariável - o que está feito, está feito - num meio de comunicação de massa enseja um novo precipício para a continuidade histórica: “evitamos a queda, que bom, ou temos que evitar a queda, como fazer?”.

Os meios de comunicação de massa objetivam o estrangulamento de qualquer dissonância nos espaços públicos e isso inclui espaços históricos. O encontro entre esses dois espaços se caracteriza pela tensão já que por mais invariável que seja o fato histórico ele pode ser interpretado e reinterpretado inúmeras e tantas vezes, imperdíveis e imprescindíveis, e isso acontece na dimensão do público, onde a igualdade se realiza na diferença. 

A região do Baixo Parnaíba maranhense, por todas as diferenças sociais, econômicas, ambientais e políticas que carrega historicamente consigo, pretende um projeto mais igualitário economicamente e mais inteirado na sociobidiversidade do que os projetos “sustentáveis” que derrubam e carbonizam as matas nativas.

Nesse projeto mais igualitário e mais sociobidiverso, as comunidades tradicionais de Chapadinha, Urbano Santos, Santa Quitéria, Mata Roma, Anapurus, Buriti de Inácia Vaz, São Bernardo, Milagres do Maranhão, Magalhães de Almeida, São Benedito Rio Preto e Bela Água advertem que o espaço físico de cada uma dessas comunidades se estende muito mais do que alguns hectares doados por uma empresa ou demarcados pelo governo do estado ou pelo governo federal. Aos poucos as histórias desses espaços vêm a público por meios impressos ou meios digitais, pois a linguagem que predomina nos interiores é a linguagem oral que se apega muito a memória de um individuo. Um representante pouco visto, afinal ele envelheceu muito e pouco sai de casa.

Nos inúmeros embates das comunidades tradicionais do Baixo Parnaíba e das organizações da sociedade civil em torno dos empreendimentos da Gerdau, entre 2006 e 2008, e da Suzano, entre 2008-2009, os representantes das empresas paralisavam as devidas respostas aos questionamentos sobre concentração fundiária e devolviam os questionamentos com pronunciamentos sobre geração de empregos, grau de investimentos, os ganhos superarão as perdas e etc.

O mais recente item dessa desconversa empresarial é que eles vão incentivar na cadeia de produção de bacuri. A dificuldade dessas empresas em parar as máquinas do seu discurso de “vimos aqui porque o estado oferece as melhores condições...” e sentar em pé de igualdade com as comunidades tradicionais está na raiz do conflito entre a Suzano e as comunidades tradicionais de Santa Quitéria e esse não é um conflito de ainda agora.

A Suzano resolveu mudar suas práticas para pior. Seu projeto de reflorestamento com eucalipto para todo Maranhão beira os 400 mil hectares nas regiões do Baixo Parnaiba, Cocais e região Tocantina. Os consultores afagam os pequenos, médios e grandes proprietários, mas na vez dos quilombolas a empresa de consultoria descaracteriza o seu trajeto histórico como se eles fossem meros posseiros de uns míseros hectares de terra e que um projeto social qualquer cala suas vozes e suas consciências até quando a Suzano precisar de suas terras. Como o projeto da Suzano inflama as pressões sociais e econômicas sobre as comunidades tradicionais, caberia ao Ministério Público Federal pedir informações a respeito.

 Mayron Régis, jornalista Fórum Carajás  - Esse texto faz parte do programa Territórios Livres do Baixo Parnaíba, apoiado pela ICCO e realizado de forma conjunta com a SMDH, CCN e Fórum em Defesa do Baixo Parnaíba



Escrito por Josué Moura às 14h23
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Praias lotadas aquecem economia de Imperatriz

A prefeitura montou uma grande infraestrutura para atender aos milhares de banhistas nas praias do Cacau e do Meio, em Imperatriz

 

Foto: Josa Almeida -As praias do Cacau e do Meio se transformaram, neste período de veraneio, no grande point das famílias imperatrizenses e até de estados vizinhos

O período de veraneio nas praias do Cacau e do Meio, desde a sua abertura oficial no começo deste mês, tem sido considerado positivo pela Superintendência Municipal da Defesa Civil de Imperatriz. “Já vamos completar um mês da abertura oficial do período de praias no Rio Tocantins, onde felizmente não registramos nenhum acidente fatal causado por afogamento”, avaliou o superintendente Francisco das Chagas Silva, o Chico do Planalto.

Segundo ele, a prefeitura este ano montou uma grande infraestrutura revitalizando o acesso às praias, disciplinando os estabelecimentos de veículos, a padronização das barracas, a instalação da rede elétrica e iluminação, treinando os barraqueiros, promovendo jogos e brincadeiras na areia, realizando shows artísticos, instalando posto médico, delimitando a área permitida para banho e a rigorosa vigilância aos banhistas com a atuação dos salva-vidas contratados pelo município e os do Corpo de Bombeiros.

“A grande preocupação do governo Madeira neste verão 2009 tem sido com a segurança dos banhistas, especialmente com as crianças e adultos que acabam excedendo o limite permitido para banho na Praia do Cacau”, frisa ele, que voltou a solicitar o apoio da comunidade para que colabore evitando deixar crianças banhando sozinhas na orla da praia em decorrência dos buracos (porões) que foram causados pelas dragas que exploram a extração de areia no Rio Tocantins.

Público – Chico do Planalto observa também que neste ano, em decorrência da infraestrutura montada pela prefeitura, as praias do Cacau e do Meio passaram a receber milhares de banhistas de várias cidades da região Tocantina, e até de outros estados, aquecendo fortemente o setor da economia em Imperatriz.

“Temos percebido ainda um grande fluxo de banhistas nas praias do Cacau e do Meio, especialmente durante as quintas e sextas-feiras à noite, onde isto demonstra que a população tem valorizado os investimentos que foram feitos pela prefeitura para este período de veraneio”, conclui o superintendente da Defesa Civil.



Escrito por Josué Moura às 17h10
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